O presidente do Vasco, Roberto Dinamite, anunciou Tita como o novo treinador do time. Após a reunião desta quinta-feira (07/08), em São Januário, foi oficializada a contratação para substituir Antônio Lopes, demitido em função da péssima campanha do clube no Campeonato Brasileiro.
Milton Queiroz da Paixão, o Tita, nasceu em 1° de abril de 1958, no Rio de Janeiro. Jogou 34 partidas e a Copa do Mundo de 1990 pela Seleção Brasileira, marcando seis gols. Atuou por Flamengo, Grêmio, Internacional, Bayer Leverkusen, Vasco, Pescara (Itália), Leon (México), Puebla (México) e Comunicaciones (Guatemala).
Entre seus principais títulos, estão os Cariocas de 1978, 1979 e 1981, os Brasileiros de 1980, 1982, 1983 e 1989, a Libertadores e o Mundial Interclubes de 1981, a Copa da Uefa de 1988 e a Copa América de 1989.
Sua carreira como treinador começou em 2000, quando trabalhou como observador técnico do Vasco, no Mundial de Clubes da FIFA. Antes de voltar à Colina, estava no Macaé. Veja na imagem todos os clubes comandados por Tita.
Vasco da Gama, Americano, Urawa Reds (Japão), El Paso Patriots (Estados Unidos), América, Bangu, Caxias, Remo, Campinense, CFZ, Resende, Tupi e Macaé.
Fernando Torres
Hernanes fez o gol salvador do Brasil, na estréia da Seleção Masculina de Futebol, nas Olimpíadas de Pequim. Foi um dos melhores em campo, apesar do nervosismo. Diego ousou com pouca eficiência, mas sua raça fez a bola sobrar no lance da vitória. O próximo desafio está marcado para domingo, às 6 horas da manhã, contra a Nova Zelândia, no mesmo Estádio Olímpico de Shenyang.
Ronaldinho Gaúcho está sem ritmo de jogo, além de ter sido bem marcado pela Bélgica, sempre com um zagueiro em cima dele e, no mínimo, um na sobra. Ainda assim, mérito para Dunga, responsável pelo posicionamento do craque no lado esquerdo do campo, onde brilhou pelo Barcelona.

Mirallas e Diego disputam a bola, na estréia do Brasil
Em contrapartida, o treinador precisa pensar, seriamente, na entrada de Thiago Neves no time. No fim do segundo tempo, o meia do Fluminense substituiu Ânderson e deu mais movimentação à equipe. Foi dele o chute rebatido pelo goleiro Bailly e aproveitado por Jô no segundo gol, anulado, corretamente, por impedimento.
O Brasil pecou ao não explorar a deficiência numérica da Bélgica, conseqüência das expulsões exageradas de Kompany e Fellaini. A desenvoltura tupiniquim só superou a pífia atuação do trio Khalil Al-Ghamdi (Arábia Saudita), Viktor Kassai (Hungria) e Martin Alufurai (Ilhas Salomão).
Destaque, no time alemão, para a goleira Angerer e a meia Lingor. No Brasil, Marta, Tânia e Cristiane foram bem. Com esse empate segue um incômodo tabu. O Brasil nunca derrotou a Alemanha em partidas oficiais. Agora, são sete jogos contra as atuais campeãs do mundo: três empates e quatro derrotas.
Na segunda rodada, o Brasil enfrentará, no próximo sábado (09/08), às 6 horas (horário de Brasília), a Coréia do Norte, enquanto a Alemanha enfrentará a Nigéria no mesmo dia. Os jogos são válidos pelo o Grupo F.
Nada de gol!!! O jogo seguiu cadenciado no meio-campo. Aos 35 minutos, o treinador Jorge Barcellos trocou Cristiane (11) por Pretinha (14) para tentar uma injeção de ânimo. Pouca emoção no gramado e frenesi nas arquibancadas. Por quê? Ronaldinho Gaúcho apareceu, mais uma vez, no telão do Estádio Olímpico de Shenyang, e os poucos torcedores presentes foram ao delírio.
O Brasil chegou duas vezes seguidas com chutes fortes de Marta, mas a goleira Angerer trabalhou bem. Em jogada fenomenal de Marta, a Melhor Jogadora do Mundo da FIFA arrancou do campo de defesa e levou até a pequena área. Ela tocou com o lado de fora da chuteira, mas Angerer dividiu e conseguiu impedir o gol da vitória. Fim de jogo...

Marcos Benjamin
Jogo mais movimentado e aberto. As alemãs tentam mais um ataque, desta vez, Smisek recebeu livre entrou pela pelo lado direito da defesa brasileira e dentro da área tocou na saída da goleira Andréia, a bola passou a esquerda do gol.
A resposta brasileira foi imediata, aos 17 min., Cristiane chutou de fora da área e Angerer espalmou para escanteio. Após o córner pela esquerda, mesmo com dificuldade de ganhar no jogo aéreo alemão, a zagueira Renata Costa subiu com estilo e cabeceou na trave esquerda de Angerer.
Aos 23 min., lançamento na área alemã, a goleira Angerer saiu em falso e dividiu com Cristiane dando rebote, Marta livre tocou de primeira e a bola passou caprichosamente à esquerda do gol alemão.
Aos 27 min., a Alemanha tenta mudar o jogo e faz duas alterações no time: entra 13-Mbabi saí 8-Smisek e entra 15-Bajramaj e saí 7-Behringer. Após domínio brasileiro, o jogo voltou a ficar mais equilibrado.

Fernando Torres
As alemãs tentaram pressionar, logo nos primeiro minutos. Andréia Rosa derrubou Behringer e a falta perigosa bateu na barreira. O sinal de alerta foi, momentaneamente, desligado.
Marta é genial. Recebeu no meio-campo e, mesmo pressionada, a canhotinha inverteu o jogo, perfeitamente, com o pé direito. Aos 7 min., em jogada ensaiada, Marta recebeu o escanteio e escorou para trás. Formiga chegou batendo e mandou pela linha de fundo.
Como a partida segue truncada, a Alemanha passa a investir na jogada aérea, um ponto fraco do Brasil. Behringer cobrou escanteio e Garefrekes subiu sozinha. Bola perigosa à esquerda de Andréia. Mais chuveirinho. Lingor levantou e Tânia Maranhão desviou para fora. Cobrança realizada e Smisek teve nova chance.
Apesar do domínio alemão a partir da segunda metade primeiro tempo, o placar de 0 x 0 é justo. As equipes estão bem postadas em campo e só se lançam ao ataque “na boa”. O maior volume de jogo das atuais campeãs do mundo não foi o suficiente para o surgimento do tão esperado gol.



