Foto: Divulgação
Como os clubes não sabem aproveitar o potencial de suas marcas, outras empresas o fazem. Nos próximos meses, será a vez de Nilton Santos, Paulo Cesar Caju e Maurício ganharem as ruas nos corpos de homens e mulheres botafoguenses. Eles serão homenageados por sua contribuição ao futebol e à história do Glorioso.A marca de roupas Estilo Carioca vai produzir réplicas das camisas utilizadas por esses craques e comercializá-las a um preço mais razoável em comparação às confeccionadas pelas fabricantes dos uniformes oficiais. Por exemplo, a peça em homenagem ao time do Vasco de 1943, os “Panteras Negras”, é feita pela Reebok e custa R$ 165. Já o preço da recém-lançada camisa de Roberto Dinamite, produzida pela Estilo, é R$ 79,90. Isto não é um merchandising. A questão é atingir públicos com poder aquisitivo distinto: R$ 79,90 ainda é caro para milhões de torcedores, mas é menos da metade de R$ 165.
Enquanto a Nike cobra R$ 99 pela réplica do Flamengo de Raul, a Braziline quer R$ 59,90 por uma inspirada em Zico. A camisa comemorativa do botafoguense Mendonça, da Kappa, fica por R$ 159,90. Quanto vai custar a de Nilton Santos? Pela relevância, deveria valer mais. Porém, a estratégia de venda em massa “obriga” a Estilo Carioca a criar uma “pechincha”.
O Fluminense, vejam só, o mais elitista, oferece a retrô da Adidas, o fabricante de seu uniforme de jogo, por R$ 99,90. Resultado: o modelo está esgotado na boutique oficial do clube.
O Fluminense, vejam só, o mais elitista, oferece a retrô da Adidas, o fabricante de seu uniforme de jogo, por R$ 99,90. Resultado: o modelo está esgotado na boutique oficial do clube.
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