Na manhã desta terça-feira (28/04), por volta de 9h15, houve um super aquecimento em uma das composições do metrô. O túnel que segue para Saens Pena estava tomado por fumaça, o que causou atraso nas composições sentindo Zona Sul e inviabilizou o tráfego sentido Zona Norte. Os funcionários do metrô ajudaram os passageiros a mudar de composição. Apesar do desespero de alguns por causa da fumaça, o acidente não deixou nenhum ferido. A estação Estácio que interliga Zona Sul com Zona Norte ficou com suas três plataformas da linha 2 lotadas. Impossibilitados de seguir para a Zona Norte, os passageiros ficaram insatisfeitos, confusos e irritados porque, embora o Metrô Rio tenha avisado pelo alto-falante medidas a serem tomadas, a mensagem não era clara devido a baixa qualidade das caixas de som, agravado pelo grande barulho na estação. Alguns passageiros foram ao hall da estação para pedir a devolução das passagens que, mesmo sendo concedidas, não deixou de tumultuar a entrada da estação.
Na manhã desta terça-feira (28/04), por volta de 9h15, houve um super aquecimento em uma das composições do metrô. O túnel que segue para Saens Pena estava tomado por fumaça, o que causou atraso nas composições sentindo Zona Sul e inviabilizou o tráfego sentido Zona Norte. Os funcionários do metrô ajudaram os passageiros a mudar de composição. Apesar do desespero de alguns por causa da fumaça, o acidente não deixou nenhum ferido. A estação Estácio que interliga Zona Sul com Zona Norte ficou com suas três plataformas da linha 2 lotadas. Impossibilitados de seguir para a Zona Norte, os passageiros ficaram insatisfeitos, confusos e irritados porque, embora o Metrô Rio tenha avisado pelo alto-falante medidas a serem tomadas, a mensagem não era clara devido a baixa qualidade das caixas de som, agravado pelo grande barulho na estação. Alguns passageiros foram ao hall da estação para pedir a devolução das passagens que, mesmo sendo concedidas, não deixou de tumultuar a entrada da estação.
Texto e Foto: Anderson Lemos - Técnicas de Reportagem - Equipe Rubi
Em dois dias de viagem percorrendo as estações e conversando com usuários do metrô carioca, a equipe do Jiló Press pôde ouvir e constatar uma série de reclamações. Em especial na estação Estácio/Rio Cidade Nova, estação de transferência entre as linhas 1 e 2.
Muitos usuários direcionaram suas críticas para a falta de conforto que é dentro das composições superlotadas devido ao horário de pico. "Nesse horário é assim mesmo, tem que se apertar para conseguir um espaço aqui dentro. Todo dia é desse jeito, e o pior que não adianta nem reclamar. Vou fazer o quê? Preciso do metrô para voltar para casa." Conformou-se a comerciante Janine Barros, moradora de Vicente de Carvalho.
Outro fator que chamou a atenção foi a "briga" que é para se conseguir um assento livre no metrô.
Muitos usuários correm e se empurram, tudo para conseguir viajar sentado. O teleoperador Carlos Augusto Rodrigues, de 26 anos, prefere viajar em pé a disputar assentos no metrô.
"Isso aqui é quase uma guerra! Falta educação para as pessoas. Uma vez eu vi uma senhora de idade sendo empurrada por um rapaz. Tudo por causa de um assento."
A assessoria do metrô rio limitou-se a dizer que disponibiliza carros extras no horário de pico e que não pode se responsabilizar pela educação dos usuários na questão dos assentos.