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RÁDIO “JÁ É” ESTÁ NO AR

Talita, Andrezza e Pedro: pioneiros da Rádio JÁ É! gravam o programa piloto
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Texto: Andrezza Henriques (7º período) – Estagiária Mídia Impressa / Repórteres Comunitários Pedro Cruz (Irajá) e Talita Magalhães (Coelho Neto)

Esta sexta-feira (07/08) foi uma tarde muito especial para os jovens participantes do Projeto Repórter Comunitário. Foi gravado o programa de estreia da Rádio JÁ É que, junto com a TV JÁ É, complementa o blog de mesmo nome. O veículo faz parte da Rede Jiló Press de Comunicação Multimídia, um conjunto de blogs integrados desenvolvidos por estudantes e professores de jornalismo da Mídia Impressa de Madureira.
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Esse é o terceiro programa de rádio na internet do campus Madureira, que já contava com a Rádio Jiló e do Jiló na Bola, este último o grande vencedor da categoria programa de rádio no Prêmio Então Mostra 2009. A produção do setor é acelerada: são gravados 14 programas por semana, produtos que envolvem comunidade e universidade.

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A Rádio JÁ É vai ao ar uma vez por semana, é será gravada sempre às sexta-feiras. Voltada para o público jovem, é dividida em editorias eleitas por eles: Cultura, Esporte, Balada, Planeta (Meio Ambiente), Mancada, Saúde, Tecnologia e Tempo. Qual é o objetivo? Levar informação de qualidade de jovem para jovem, usando o meio de comunicação que é a cara dessa geração, o BLOG.

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Os repóriteres mirins Pedro Cruz e Talita Magalhães foram as estrelas da primeira edição, ao lado da monitora do projeto, “titia” Andrezza Henriques, forma carinhosa como é chamada pelos adolescentes. É Andrezza que assina as vinhetas das editorias, montadas na noite de ontem com o auxílio da equipe técnica do Nucom, sob a supervisão de Adalberto Júnior e do professor Ricardo França.

LAN HOUSE POR TODA PARTE DA ZONA NORTE

Ciber Vip: Esquina da Estrada do Colégio com a Monsenhor Félix, em Irajá

Firenet: Estrada da Água Grande, Vista Alegre

Electra: Monsenhor Félix, próximo a Praça Nossa Senhora da Apresentação, em Irajá
Texto e foto: Elaine Neves e Victor Chrisostomo - Técnicas de Reportagem - EQUIPE ESMERALDA

Quem nunca foi a uma Lan House acessar o orkut, msn ou e-mail? Imprimir um trabalho da escola, fazer um CD, jogar Cs ou jogos on-line? Hoje, as lan houses tomam conta da Zona Norte e contagia adolescentes e adultos com a interatividade das novas tecnologias. Os usuários pagam por hora e o custo varia entre R$1,50 a R$2,50. Seguindo ao pé da letra, Lan House significa "Casa da rede local" - computadores em uma mesma rede, interligados entre si. Para alguns frequentadores Lan house é sinônimo de internet. Os jogos mais comuns entre os jovens usuários, que na maioria são do sexo masculino, são: Cs (Counter Strike),GTA, Mu, Warcraft, The Sims, entre outros.
Em alguns estabelecimentos, as sextas-feiras são marcadas pela “Sessão Corujão”, termo usado para àqueles que passam a madrugada logados. É necessário que os usuários se cadastrem e o valor pelo acesso varia de R$5,00 a R$7,00, onde permanecem de meia-noite até 5h.
Mas ainda há quem diga que a Lan House é um lugar para fazer amigos. “No início costumava colocar 2 horas e acessava apenas meu orkut e msn. Depois, comecei a fazer amizade com os funcionários e, assim, me tornei amiga deles. Às vezes eu estava sem dinheiro, mas ia à ‘Lan’ só para rever a galera e jogar conversa fora”, diz Rainie Vieira (foto), 20 anos.
LEGISLAÇÃO - Não é permitida a entrada de menores de 15 anos desacompanhados dos pais e estudantes uniformizados. Segundo o site da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, pela Lei 1896/2008, “Casas de lan house ou cyber-café que oferecem serviços de computação com acesso à internet não podem permitir que menores de quinze anos desacompanhados dos pais ou responsáveis utilizem jogos eletrônicos pela internet, uma vez que não há fiscalização adequada nesses locais". Sem fiscalização e sem controle, esses locais oferecem jogos de cunho violentos, colaborando dessa forma para a má formação educacional. Com o advento da internet, que facilita uma visão de mundo mais ampla, há, também, problemas decorrentes dessa rede de informações. Não há controle do conteúdo. Não há muitos casos de punições para crimes de internet”. A punição aos donos dos estabelecimentos em descumprimento da lei vão desde uma advertência administrativa, com multa, até a cassação do alvará de funcionamento.

AULA MAGNA GANHA FORMATO TALK SHOW

Fotos Michael Meneses (8º período)

DA REDAÇÃO JILÓ PRESS

Começa nesse momento a Aula Magna do curso de Comunicação Social, campus Madureira. Os profissionais convidados são o diretor da agência WBrasil e professor da Estácio de Sá, campus Tom Jobim, publicitário Márcio Borges e a coordenadora do processo seletivo do Infoglobo, jornalista Nívia Carvalho. Márcio vai falar sobre o mercado de publicidade e Nívia sobre o treinamento multimídia dos estagiários, que trabalham fornecendo conteúdo para diversas plataformas, gerando áudios, vídeos, textos e fotos para as diversas empresas do Infoglobo.
Diferentemente dos outros anos, a Aula Magna não será ministrada no formato palestra, mas de talk show. A idéia partiu de um grupo de alunos do turno da noite, a partir de um projeto de programa de televisão criado na disciplina de Técnicas de Entrevista, sob orientação do professor Ricardo França. Há cerca de três meses, os estudantes se reuniram e criaram o grupo “Quebra cabeça”, hoje formado por Leandro Fael, Fernando Amaral, Viviane Sá, Tatiane Garritano, Mayna Nabuco, Evandro, Thiago e Juliana Gomes.

LUMA DE OLIVEIRA DÁ EXCLUSIVA À TV JILÓ

http://www.youtube.com/watch?v=8qy6Vp0bD10


PLANTÃO CARNAVAL JILÓ PRESS
Texto e vídeo: Léo Vieira (5º período) TV Estácio
EXCLUSIVO TV JILÓ
A rainha de bateria da Portela, Luma de Oliveira, falou com exclusividade à reportagem da TV JILÓ minutos antes de entrar na avenida.
OBS. DO EDITOR: Vale o crédito. Esse é o primeiro vídeo editado da TV JILÓ, o que significa dizer que é o primeiro produto noticioso formato TV para a web produzido por um estudante de jornalismo do campus Madureira. Parabéns ao nosso Léo Vieira, que foi credenciado e acompanhou os bastidores das escolas de samba no setor de armação da Sambódromo. (Ricardo França)

ESTAGIÁRIOS MULTIMÍDIA NO INFOGLOBO = IGUAL AO JILÓ?


MERCADO DE TRABALHO MULTIMÍDIA
DA REDAÇÃO JILÓ PRESS
A foto é da redação do O GLOBO, mas bem que podia ser da redação do JILÓ PRESS, na Mídia Impressa de Madureira. Essa é a nova turma de 12 estagiários do Infoglobo. A matéria foi publicada na edição desta sexta-feira. A onda deles agora é igual a nossa: multimídia geral. Na foto aparecem com aparelhos celulares que fotografam e fazem vídeo. Para passar no processo seletivo tiveram que, a partir de uma notícia de jornal impresso, complementar a informação com conteúdo multimídia que estimulasse a participação do leitor. Gravaram entrevistas, montaram fotogalerias, apresentaram propostas de infografia. Eles irão trabalhar em sistema de rodízio na redação do O GLOBO, impresso e site, onde ficarão também na editoria de interatividade; no EXTRA e no EXPRESSO. Igual aos repórteres do Jiló, que passam também pela TV Jiló, que produzem textos para o Dazibao...

EDITORIAL: JILÓ PRESS DECOLA COMO MODELO DE JORNALISMO UNIVERSITÁRIO E COMUNITÁRIO

EDITORIAL
PROF. RICARDO FRANÇA (COORDENADOR JORNALISMO NUCOM MADUREIRA)

Com apenas três semanas de vida, o nosso Jiló Press encarou um grande desafio. Neste Carnaval, fizemos a primeira cobertura em tempo (quase) real: o resultado dos desfiles das escolas de samba do Grupo Especial, na tarde desta quarta-feira de Cinzas (25/02), com foco nas escolas do bairro onde o campus está inserido: Império Serrano e Portela. De uma ponta, estava eu, ‘ligado’ em um computador, em Vaz Lobo, e, na outra ponta da região, a estagiária recém contratada da Mídia Impressa, Andrezza Henriques (6º período), também de olho na TV e na tela do seu computador, em sua casa, em Bento Ribeiro.

A nossa base de imagens foi o banco de fotografias da assessoria de imprensa da RioTur, disponibilizado na internet - além das fotos da Portela, que havia feito na passarela do samba. A cada fechamento de quesito, lá estava a postagem no Jiló. Devido a complicações na internet, as inserções das notas atrasaram um pouco. Mas, cerca de 20 minutos após o resultado no Sambódromo, a cobertura completa já estava na web, podendo ser acessada pelos moradores da Zona Norte, web-leitores do Jiló Press.

O blog, a partir daí, começou a bombar. Até 23h foram cerca de 180 acessos de computadores diferentes, segundo a estatística no contador do veículo. Ontem, aliás, tivemos a primeira participação de um aluno de outra disciplina, além de Técnicas de Reportagem: REDAÇÃO IV, do professor Fernando Torres: interdisciplinaridade! Também publicamos furos, como o da aluna Débora Fernandes (3º período), que registrou o socorro a uma vítima de atropelamento em Madureira.
Temos o poder da onipresença. Prova de que os nossos alunos-repórteres já estão entrando no clima de serem repórteres 24h/dia: já saem com suas maquininhas digitais pelas ruas da Zona Norte, a espera da notícia, que não tem hora nem lugar para acontecer. Fatos que interferem no cotidiano de gente comum, mas que, muitas vezes, são suprimidos dos parcos espaços dos chamados jornalões. O nome do nosso trabalho quando fazemos isso? Jornalismo comunitário.

INTEGRAÇÃO – Todo o processo de trabalho no desenvolvimento do projeto Jiló, é vitamina acadêmica. Desvendo a metáfora: a construção do veículo, seus erros e acertos, servem para elaboração artigos, teses, monografias, seminários. O Jiló – instrumento laboratorial - inova por usar todas as possibilidades das sinergias midiáticas na construção da notícia, tendo como rede de sustentação alunos de diversas disciplinas, de períodos diferentes, de turnos diferentes. E de laboratórios integrados: Mídia Impressa & Sapiens; Mídia Impressa & TV Estácio; Mídia Impressa & TV Jiló; Mídia Impressa & Fotografia; Mídia Impressa & Rádio...

As iniciativas e os esforços deixam de ser estanques e isolados para atuar com foco unificado - sob uma mesma linha editorial, respeitando as singularidades de cada disciplina - e, acima de tudo, em sinergia.

O Jiló não integra somente disciplinas, estudantes, laboratórios. Os professores são participantes ativos (ou participativos!): não ficamos apenas sob a marquise do olhar vigilante da supervisão: somos pauteiros, editores, repórteres, cinegrafistas. Nos igualamos aos alunos na produção do conteúdo, discutimos resultados, avaliamos, nos aperfeiçoamos. Voltamos ao nível de aprendizes do processo, da tecnologia e da criatividade. Nos libertamos das amarras da teoria em nome do experimento. Desta forma, atuamos em conjunto na construção de um veículo próprio, gerando conteúdo exclusivo e interativo: texto, foto e imagem (vídeo), produzidos por estacianos.

Nada de "gillette press", também chamado de “Control C + Control V”, que virou prática no mercado de trabalho: coisa feia que nada mais é do que apropriação indébita do trabalho dos outros. Em outras palavras: roubo mesmo. De propriedade intelectual. Plágio.

COMUNIDADE - O nosso Jiló tem outra vertente: um link comunitário sem precedentes. Temos o engajamento efetivo de estudantes, que são moradores dos bairros da Zona Norte. Por isso, a divulgação do blog se dá em escala exponencial, através de uma rede qualitativa de informação. Os alunos são catalisadores críticos dos fatos esportivos, sociais, culturais, políticos e econômicos da região. O Jiló tem capilaridade e alcança territórios que jornais de bairro ou editorias de Cidade não alcançam. Mas ainda estamos no começo. Afinal, são apenas três semanas de vida.

TECNOLOGIA – No tempo em que a Universidade usa a tecnologia para abrir novos mercados e levar a educação em contextos extra-salas de aula, com o uso, por exemplo, das aulas virtuais e telepresenciais, o nosso laboratório de Mídia Impressa, com o Jiló, trabalha com essa possibilidade na prática, diariamente. As matérias e fotografias chegam via internet, vem de longe, diretamente para o blog: seja da casa do aluno-repórter; de uma lan house; de fora da cidade. São produzidas e editadas do ambiente de trabalho do estudante e/ou do professor, a qualquer hora: de manhã, de noite, de madrugada. Temos o repórter correspondente, o enviado especial. Não é necessário que o aluno esteja presente fisicamente no laboratório do Nucom para postar o seu texto. Ele ganha tempo, agilidade, ele ganha experiência em novas tecnologias, ele ganha horas AAC.

PROJETO MODELO – O projeto JILÓ PRESS é um modelo de jornalismo laboratorial produzido e gerenciado de forma coletiva, que reúne todas as possibilidades e potencialidades proporcionadas pelo jornalismo universitário e comunitário. Antes dele, ações semelhantes surgiram e foram esquecidas, ou não trabalharam com todas essas vertentes. E nunca nessa escala. Esse modelo pode ser exportado para outras praças (Nucons): Jiló Press Niterói, Jiló Press Barra da Tijuca, Jiló Press Nova Friburgo, Jiló Press Petrópolis, Jiló Press Fortaleza, Jiló Press Espírito Santo, formando uma rede local, regional e nacional. A REDE JILÓ PRESS DE COMUNICAÇÃO DA ESTÁCIO. Onde existir curso de Comunicação Social, o Jiló estará ativo.

O Jiló Press é operacional, viável, barato.

O Jiló Press é atual. Está no foco do mercado de trabalho e ajuda a formar/capacitar profissionais com perfil multimídia.

O Jiló só tem a crescer com a continuidade do segundo módulo do Projeto Repórter Comunitário, sob a coordenação do professor Marcelo Sosinho. Aí sim, ganharemos um braço importante: moradores e jovens do Ensino Médio, fazendo Jornalismo Cidadão. Os alunos da comunidade que participaram do primeiro módulo já foram contactados. O satélite já está em órbita. Mas não se iludam. Temos muito trabalho pela frente.

Jiló Press, assim como o jornal mural DAZIBAO, é mais um produto comunicacional da Agência de Notícias Zunido, criada por estudantes colaboradores da Mídia Impressa de Madureira. Jiló Press significa: Jornalismo / Interativo / Laboratorial / Otimizado!

Prof. Ricardo França

UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ
NÚCLEO PRÁTICO DE COMUNICAÇÃO
MÍDIA IMPRESSA - RÁDIO ESTAÇÃO
AGÊNCIA DE NOTÍCIAS ZUNIDO
EDITOR-CHEFE JILÓ PRESS

JILÓ ADERE AO TWITTER

Reprodução da internet

DA REDAÇÃO JILÓ PRESS

RELACIONAMENTO & REDE - Buscando a diversidade nos espaços comunicacionais onde se pode realizar trocas de informações, o Jiló Press aderiu a febre do Twitter (www.twitter.com/jilopress). A ferramenta é uma espécie de microblog onde o espaço para publicação é de apenas 140 caracteres. O recurso é muito utilizado no campo da comunicação corporativa, e é um instrumento importante na rotina das assessorias de imprensa.

Quem quiser "tuittar" com o Jiló, basta criar uma conta no Twitter (http://www.twitter.com/) e nos seguir, digitando a palavra "jilopress" no campo "Find People", quando aparecer o nosso logo clique em "Follow". Pronto, toda vez que o Jiló for atualizado você terá a divulgação do link da notícia para os "followers" da nossa conta.

Esta semana, nosso veículo está sendo apresentado aos seus 70 repórteres (alunos). Os que já conheceram, mostraram entusiasmo. Equipes estão sendo formadas. Agora é só nos seguir.

Estamos montando uma banca de jiló em cada esquina. Aproveite!