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CALÇADAS ESBURACADAS ATRAPALHAM O TRÁFEGO DE PEDESTRES

Foto: Bianca Lobianco

Texto: Bianca Lobianco - Téc. de Reportagem / Equipe ESMERALDA

Na seção de “reparos” na rua Carolina Machado em Madureira, há calçadas esburacadas por quase toda sua extensão. Com tantos buracos a passagem dos pedestres torna-se uma "aventura", principalmente para os deficientes físicos.

Os portadores de cadeira de rodas encontram dificuldades em sua locomoção no manuseio da cadeira e são obrigados a passar pela rua, correndo riscos de sofrer acidentes.

ESGOTO A CÉU ABERTO NA CAROLINA MACHADO

Foto: Bianca Lobianco
Texto: Bianca Lobianco - Téc. de Reportagem / EQUIPE ESMERALDA

Um esgoto a céu aberto na rua Carolina Machado, na altura dos pontos de ônibus, próximo a Estação de Madureira vem causando transtornos aos pedestres. O esgoto que formou grandes poças de água suja, fica também em frente à uma vila Residencial.

“É um perigo para os pedestres e para nós que trabalhamos aqui entregando panfletos. Podemos pegar algum tipo de doença e isso está aí a um tempão, sempre fica essa poça por aqui e ninguém toma uma providência” – foi o comentário de Adriana Queiroz, que entrega panfletos na região à uns 5 meses e desde então convive com o esgoto em seu dia-a-dia.

Fica um recado à CEDAE.

PEDESTRES NÃO RESPEITAM SINALIZAÇÃO EM MADUREIRA


Texto: Carolina Nascimento - Técnicas de Reportagem - EQUIPE ESMERALDA

Por ser uma via muito extensa, a sinalização da Rua Carolina Machado em Madureira em frente à estação de trem, dá vantagens aos motoristas pelo tempo em que o sinal fica favorável aos automóveis. E são por esses motivos que os pedestres não respeitam o tempo disponível. Segundo estatísticas do Portal do Trânsito Brasileiro, 44% de óbitos no trânsito são de atropelamentos.

O sargento Bruno, do 9º BPM (Rocha Miranda) (foto 1), que controla o trânsito no local, diz que já presenciou muitos acidentes na via por causa das imprudências das pessoas. “Por motivo de a escada rolante ser um pouco afastada da faixa de pedestres, as pessoas preferem atravessar próximo à escada rolante, para não ter trabalho de subir as escadas a pé, se arriscando”, relata o sargento.

Ricardo Pereira (foto 2) diz que não tem medo e que prefere “dividir” o espaço com os automóveis para não chegar atrasado ao trabalho. “Não tenho medo de acontecer alguma coisa comigo. Tenho 32 anos e até hoje nada aconteceu”, ironiza.

FOCO DE DENGUE EM MADUREIRA




Texto e fotos: Fabrício Caseira - Técnicas de Reportagem - EQUIPE RUBI
Na Rua Carolina Machado, em um terreno da Light, três famílias habitam sem nenhuma estrutura e sem as mínimas condições. Mas os problemas não acabam por aí. A reportagem do JILÓ PRESS esteve na residência e viu alguns focos do mosquito da dengue. A moradora Maria do Socorro tentou explicar porque não retirou os objetos e as poças de água.

“Isso é obrigação da prefeitura. Não adianta nada eu retirar garrafas e pneus e chover sempre. Ninguém me ajuda em nada. Viver é caro e muito difícil. Não moro aqui porque gosto”, diz Socorro, de 33 anos, desempregada.

Como não há ainda uma forma concreta de erradicar a doença, o JILÓ dá algumas maneiras de eliminar os lugares onde as fêmeas podem se reproduzir.
DICAS DO JILÓ
>>>Evitar água parada.
>>>Sempre que possível, esvaziar e escovar as paredes internas de recipientes que acumulam água.
>>>Manter totalmente fechadas cisternas, caixas d'água e reservatórios provisórios tais como tambores e barris.
>>>Furar pneus e guardá-los em locais protegidos das chuvas.
>>>Guardar latas e garrafas emborcadas para não reter água.
>>>Limpar periodicamente, calhas de telhados, marquises e rebaixos de banheiros e cozinhas, não permitindo o acúmulo de água.
>>>Jogar quinzenalmente desinfetante nos ralos externos das edificações e nos internos pouco utilizados.
>>>Drenar terrenos onde ocorra formação de poças.
>>>Não acumular latas, pneus e garrafas.
>>>Encher com areia ou pó de pedra poços desativados ou depressões de terreno.
>>>Manter fossas sépticas em perfeito estado de conservação e funcionamento.
>>>Colocar peixes barrigudinhos em charcos, lagoa ou água que não possa ser drenada.
>>>Não despejar lixo em valas, valetas, margens de córregos e riachos, mantendo-os desobstruídos.
>>>Manter permanentemente secos, subsolos e garagens.
>>>Não cultivar plantas aquáticas.

ÔNIBUS CAUSAM TRANSTORNOS EM MADUREIRA

Texto e foto: Iolanda Vieira e Jáfia Souza - Jornalismo digital - EQUIPE DIAMANTE

A enorme fila de ônibus na rua Carolina Machado, em Madureira, tem causado grande reclamação por parte dos passageiros, pedestres e os próprios funcionários das linhas que passam pelo local. Os passageiros desaprovam a quantidade de ônibus que param no ponto próximo à Estação de Madureira.

A assistente social Ana Paula, de 28 anos, pega a linha 720 (Novo Rio) todos os dias e critica a falta de organização das empresas. "Esta fila prejudica bastante, pois o ônibus às vezes fica lá atrás, no final, por quase 15 minutos, e alguns, por falta de paciência, cortam o caminho e acabo tendo que correr para não perdê-lo".

O despachante Marco Aurélio Sampaio, de 35 anos, da linha 355 (Madureira-Candelária), diz que os motoristas são obrigados a respeitar a fila por causa da fiscalização que ocorre próximo à estação ferroviária, além de policiais no local. "
A fila atrapalha bastante o fluxo dos meios de transporte. O tempo médio de espera na fila é de 15 minutos, sendo que o normal é de apenas 3 minutos".