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Barcelona torce contra o Cruzeiro

Foto: Divulgação / São Paulo Futebol Clube

A Copa Libertadores da América vai para a galeria de Cruzeiro ou Estudiantes, da Argentina. Além das torcidas destes clubes, quem está ligado na decisão é o Barcelona, vencedor da Liga dos Campeões da Europa. Os espanhóis terão um sulamericano como maior rival, no Mundial de Clubes da Fifa, em dezembro, nos Emirados Árabes Unidos.

O Barça disputou e perdeu duas finais da competição interclubes mais importante do planeta. As duas derrotas foram para times brasileiros. Por isso, torce, loucamente, para Verón e seus companheiros de Estudiantes.

Em 1992, ainda no antigo formato, quando havia um único jogo entre os campeões da Liga e da Libertadores, o Barcelona foi superado pelo São Paulo, de Raí e Telê Santana, por 2 a 1. Há três anos, foi a vez do Internacional. No ano de 2006, um gol de Adriano Gabiru deu a taça ao Colorado, contra o poderoso esquadrão comandado por Ronaldinho Gaúcho.

Estudiantes e Cruzeiro também disputam a chance de conseguir a soberania no Mundial de Clubes para seus respectivos países. Argentina e Brasil tem nove títulos cada.

Na sua opinião, qual seria o adversário mais difícil para o Barça de Lionel Messi: Estudiantes ou Cruzeiro?

Black or White?*

Foto: Reprodução


E mais uma vez, o assunto racismo entra em campo e insiste em manchar o esporte. Na primeira partida válida pelas semifinais da Libertadores da América, o atacante gremista Maxi López foi acusado pelos jogadores do Cruzeiro de xingar o volante Elicarlos de "macaco".

Ao final da partida, o volante cruzeirense deu queixa aos policiais de plantão e o caso foi parar na delegacia, com toda a delegação do Grêmio comparacendo para prestar depoimentos.

É impressionante que em pleno século XXI, ainda temos que ver reações desse tipo e ver o tema de volta à pauta. Mesmo vendo iniciativas como as dos capitães das seleções que participam da Copa das Confederações lendo mensagens contra o racismo.

Além do local da próxima Copa do Mundo ser um verdadeiro símbolo contra qualquer ato de racismo no mundo.

*O título do post é uma homenagem ao Rei do Pop, Michael Jackson, que morreu e deixou um imenso legado na música mundial.

E ele disse NÃO ao Flamengo

Foto: site do Botafogo / Arquivo

Ele alegou que sua família prefere morar em Belo Horizonte do que no Rio de Janeiro.
Mesmo sendo reserva do gladiador Kléber no Cruzeiro, ele não virá para ser titular do Flamengo, time mais popular do país.
Pesou o fator Botafogo? O fator salários atrasados no Flamengo?
Opine!!!!

Troca-troca de volta ao futebol!!!

Montagem: Marcos Benjamin
O troca-troca está de volta.

O sistema "inovador" de troca de jogadores utilizado na década de 70 e inventado pelo lendário presidente do Fluminense, Francisco Horta foi utilizado por Flamengo e Cruzeiro na tarde de hoje, 11/05.

Zé Roberto por Wellington Paulista.

Quem ganhou mais com a troca? Flamengo ou Cruzeiro???

Opine!

Fla cai em Minas e Flu derruba o atual campeão

Foto: Washington Alves / Vipcomm
Cruzeiro 2 x 0 Flamengo

Ramires é cada vez mais jogador de Seleção Brasileira.
Juan é cada vez mais irritante e prepotente.

Foto: Divulgação / Vipcomm
Fluminense 1 x 0 São Paulo

Fernando Henrique deveria ter quatro pés. Eles pegam tudo.
Washington deveria falar menos. Esnobou o Flu e pagou o pato.

Está brincando?

Arte: Marcos Benjamin

A atuação do time Fluminense nessa 34ª rodada do Brasileirão/2008 foi curiosa. Na derrota por 1 x 0 para o Cruzeiro - esse sim briga pelo título - pareciam que os jogadores estavam brincando nesse campeonato, lembram do Renato Gaúcho?
Com 15 minutos de jogo o goleiro Fernando Henrique(foi o melhor do Flu no jogo) estava fazendo cera. A equipe esteve com muita pose para pouco futebol.

Troca de técnico é burrice, segundo a galera

Você votou na enquete de "A Bola e o Gol" e respondeu: com seu time na rabeira da tabela, trocar de técnico adianta? A opção mais votada, com 57%, foi "Não. Quem atrapalha são os jogadores, todos fracos". Em seguida, veio "Não. A culpa é dos dirigentes", com 43%. Ninguém escolheu as alternativas "Sim. Ele atrapalha" e "Sim. Quando está tudo errado, tem de trocar todos".

A nosso público deve estar com a razão, pois os cinco melhores colocados do Brasileirão — Grêmio, São Paulo, Cruzeiro, Flamengo e Palmeiras — têm o mesmo técnico desde o início do campeonato.

É melhor acreditar...

Maurício Val / Vipcomm
São Januário. Festa para os campeões da Libertadores de 1998. Nove em campo e Edmundo como goleiro. Derrota por 3 a 1 para o Cruzeiro.

São Januário. Festa pelo retorno de Pedrinho. Nove em campo e Leandro Amaral assume a meta. Derrota por 3 a 1 para o Náutico.

O primeiro passo para o desastre é a dúvida quanto a sua possibilidade.

Victor Navorski não torceu contra o Barcelona

Montagem com foto de divulgação de "O Terminal" e papel de parede do Cracóvia

O Wisla Cracóvia venceu o Barcelona por 1 a 0, na etapa preliminar da Liga dos Campeões da Europa. Apesar da derrota, o clube espanhol está classificado à fase de grupos porque ganhou o primeiro jogo por 4 a 0. Ao bater o olho, confundi Cracóvia com Krakozhia, nome do país de Viktor Navorski, personagem vivido por Tom Hanks no filme “O Terminal”, de 2004.

Desfazendo qualquer dúvida, a Cracóvia é uma cidade verdadeira do sul da Polônia. Já Krakozhia é um país fictício, criado para ilustrar a experiência real, contada no filme, de um estrangeiro preso no aeroporto de Nova York. Portanto, Victor Navorski não é torcedor do Wisla Cracóvia.

Ah, só para constar: o gol do time polonês sobre o Barça foi marcado pelo brasileiro Cléber Lima, zagueiro campeão da Copa Libertadores de 1997 pelo Cruzeiro.

O poder dos caldeirões

Foto: Fernando Torres

Oito times ainda não perderam em seus estádios até hoje, faltando três partidas para a conclusão da 12ª rodada do Brasileirão 2008. A intimidação resultante da festa promovida pelas torcidas e o conhecimento do próprio campo geram boas colocações. Apesar de o líder Flamengo já ter sido derrotado no Maracanã, as outras três equipes da zona de classificação para a Libertadores – Cruzeiro, Grêmio e Palmeiras – continuam sem fracassar em seus domínios.

Em contrapartida, é importante vencer em casa ter mínima regularidade para alcançar uma campanha equilibrada. Um exemplo é o Atlético-MG. O Galo não tem derrotas como mandante, mas é o campeão dos empates – seis, incluindo jogos fora do Mineirão – e amarga a 16ª colocação no Campeonato Brasileiro. Completam a lista de invictos Internacional, Atlético-PR, Coritiba e Figueirense. Ou seja, os times do eixo Sul-Minas mais o Palmeiras.

Foto: O Grêmio, 3° colocado, ainda não perdeu no Estádio Olímpico, em Porto Alegre (RS).

Uma semana em Buenos Aires

Publicamos, aqui, a mensagem enviada por Raphael Zarko, amigo do Blog "A Bola e o Gol".

Caro Fernando,

passei uma semana em Buenos Aires, quando, fanático como sou, tive a oportunidade de assistir a dois jogos na Bombonera: Boca x Cruzeiro e Boca x River.

Para mim e para toda a torcida cruzeirense, ficou claro o motivo pelo qual o Boca passeou mais uma vez em sua cancha: o Cruzeiro simplesmente tremeu e temeu o Boca. Se não fosse a péssima pontaria dos atacantes Palacios e Palermo, o "Zeiro" voltaria para BH com uns 4 a 0 na mala. Mas foi pouco. O 2 a 1 veio num gol de pura sorte dos mineiros.

A diferença toda num jogo desse de Libertadores é a seguinte: o Boca atacava com seus ou sete jogadores o tempo todo. Sendo assim, mesmo que falhasse na armação da jogada, a bola não saía dos seus pés. Mas essa situação foi facilitada pela escalação bizarra do Cruzeiro, que na ocasião jogou sem lateral-esquerdo...

O segredo do Boca, além de atacar e pressionar o tempo todo, na verdade, não é segredo para ninguém: Juan Roman Riquelme comanda todas ações em campo. E ele não joga lá na frente o tempo todo, por isso é mais difícil marcá-lo. Ele busca lá atrás a bola, se desloca mais ou menos como o Ronaldinho Gaúcho fazia na Barcelona para a esquerda. Atrai dois ou três com ele e, com um simples toque, corta-luz ou outra genialidade do tipo deixa alguém na cara do gol.

O Cruzeiro esteve apavorado. Não entrou em campo. Quando roubava a bola a devolvia em seguida com um chutão qualquer. Atacava, quando muito, com quatro jogadores, que, convenhamos, não são dos melhores para decidir um jogão desses. Infelizmente, de nada valeu o entusiasmo impressionante que a torcida deles (da qual fiz parte esse dia) demonstrou. Time brasileiro que chega lá é para ser massacrado. Não só para ganhar a Libertadores, mas para eles verem que os argentinos são melhores, que os brasileiros não são de nada etc.

Já Boca x River, o superclássico argentino, foi outro jogo. Fraco tecnicamente, de poucas boas jogadas, enquanto Riquelme e Ortega (este já com pouca perna) estiveram em campo, e decidido numa bola parada, outro ponto forte do Boca.

Amigo, posso te dizer o seguinte: os US$ 90 dólares que paguei para entrar foram muito bem gastos. Doeu no bolso, mas fiquei com a certeza de que dificilmente terei outra oportunidade de assistir a um jogaço desses. A rivalidade é impressionante, o astral, por si só, é completamente distinto do jogo contra o Cruzeiro.

Bom, era isso. Parabéns pelo site de vocês.

Grande abraço.


Raphael Zarko (
raphael.zarko@gmail.com)