A enquete que homenageou o Dia do Jornalista, comemorado 7 de abril, elegeu a editoria de Esporte como a preferida entre os estudantes de Comunicação Social da Universidade Estácio de Sá, campus Madureira. Dez internautas (34%) do total de votantes (29) clicaram na opção, que encabeçou a lista de 7 editorias, além de uma opção aberta pela especialização em jornalismo investigativo. Em segundo lugar ficou a editoria de Política, com 6 votos (20% do total). Em terceiro lugar ficou a editoria de Cultura, com 4 votos (13%). Comportamento obteve 2 votos (6%); Cidade 1 voto (3%); e Polícia e Economia nenhum voto. Jornalismo investigativo obteve 6 votos (20%). Mas é bom lembrar que a investigação jornalística é inerente a qualquer área em que o profissional da área atue. A pesquisa confirmou uma tendência verificada nas atividades práticas no Núcleo Prático de Comunicação (Nucom), ou seja, a grande participação de estudantes na cobertura de futebol. Um exemplo é a cobertura dos jogos do Madureira no Campeonato Carioca, que foi realizada pelo terceiro ano consecutivo.
A enquete que homenageou o Dia do Jornalista, comemorado 7 de abril, elegeu a editoria de Esporte como a preferida entre os estudantes de Comunicação Social da Universidade Estácio de Sá, campus Madureira. Dez internautas (34%) do total de votantes (29) clicaram na opção, que encabeçou a lista de 7 editorias, além de uma opção aberta pela especialização em jornalismo investigativo. Em segundo lugar ficou a editoria de Política, com 6 votos (20% do total). Em terceiro lugar ficou a editoria de Cultura, com 4 votos (13%). Comportamento obteve 2 votos (6%); Cidade 1 voto (3%); e Polícia e Economia nenhum voto. Jornalismo investigativo obteve 6 votos (20%). Mas é bom lembrar que a investigação jornalística é inerente a qualquer área em que o profissional da área atue. A pesquisa confirmou uma tendência verificada nas atividades práticas no Núcleo Prático de Comunicação (Nucom), ou seja, a grande participação de estudantes na cobertura de futebol. Um exemplo é a cobertura dos jogos do Madureira no Campeonato Carioca, que foi realizada pelo terceiro ano consecutivo.
Texto e pesquisa: Rosana Fleury e Marília Rangel
Equipe ONIX / Téc. de Reportagem.
O JILÓ PRESS realizou uma pesquisa em Madureira, sobre a crise mundial, para fins de saber o que a crise afetou na vida dos suburbanos. Foram entrevistadas pessoas com 30% escolaridade média, setenta por cento, nível superior. Com idade média de 28 anos, moradores da Zona Norte.
Quando perguntado em demissões, falando da própria vida, o resultado foi positivo, se foi alguém demitido no trabalho por ter sido a crise a culpada, somente 20% responderam afirmativo, 60% não houve demissões e vinte por cento tiveram demissões por outros motivos. Perguntamos então, se conhecia alguém que perdeu o emprego nesse tempo, o quadro mudou, e 70% afirma conhecer alguém que foi demitido por ter sido a crise culpada, vinte por cento não tem conhecimento de demissões e dez por cento por outros motivos.
Em relação ao mercado de trabalho, 40%, acredita não ter mudado, o índice de procura a mão de obra, contra sessenta por cento que afirma as oportunidades de emprego terem diminuído.
Quanto à consumação, para se resguardar, 30% afirma ter reduzido o gasto bastante, quarenta por cento consumiu um pouco menos, 20% disseram ter comprado tudo como de costume, dez por cento dos entrevistados, comprou além do normal, que costumava consumir. Houve um certo aumento nos preços de produtos comercializados, por isso procuramos saber, na opinião deles qual o produto que houve mais acréscimo, 50% acredita ter tido no alimento não perecível, vinte por cento no vestuário e 10% no alimento perecível. Dez por cento, não notou aumento em nenhum dos itens citados, nem nas opções que haviam, como importados, remédios, transporte.
Em geral a crise atingiu em Alta escala a 20% dos entrevistados, que mudaram completamente os seus hábitos. Trinta por cento Média escala, cortaram gastos desnecessários. Vinte por cento Baixa, apenas deixaram de comprar algumas coisas e 30% nenhuma, não mudou nada sua vida.
O que ELES opinam...
Danyelle Ferraz, 24 anos, supervisora,
“No mercado de trabalho as vagas estão acirradas, ficam as pessoas qualificadas”.
Lucas Ricardo, 25 anos, operador de máquinas da Marinha,
“O Brasil está mais forte, menos vulnerável a crise, pelo aumento do consumo interno”.
Iuri da silva, 23 anos, operador de telemarketing,
“Não é mais crise, o tempo mudou e assim vai permanecer, por mais anos”.
Talita Louzada, 24 anos, vendedora,
“Se o Brasil continuar no descaso, vai piorar, o que parece é que Lula não faz nada”.
Regiane Leite, 29 anos, auxiliar de escritório,
“Já vivemos em crise há muito tempo”.
Adriele da Silva, 21 anos, estudante,
“A crise não chegou no Brasil, está sendo usada para esconder problemas internos”.
Humberto Juncá, 58 anos, químico,
“Os países deixaram de investi no Brasil, e isso ocasiona a crise”.
Foram entrevistadas dez pessoas no Madureira Shopping.
Pesquisa realizada pela Aluna Rosana Fleury - EQUIPE ÔNIX - Técnicas de Reportagem
Texto e Gráficos: Rosana Fleury
O JILÓ PRESS realizou uma pesquisa em Madureira com o objetivo de saber se os visitantes e moradores da região sabiam localizar o bairro, o Brasil e o Rio de Janeiro geograficamente. A metodologia foi apresentar um mapa onde essas regiões não apareciam identificadas. Os entrevistados foram estimulados a apontar suas localizações. Foram ouvidos homens e mulheres com idade média de 26 anos. Quarenta por cento dos entrevistados foram maiores de 25 anos, e 60% menores de 24. A média de renda mensal, segundo pesquisa social, apontou que 40% das pessoas ganham menos de um salário mínimo. Os que recebem de 1 a 2 e de 3 a 6 mínimos, representaram 30% cada grupo. Quarenta por cento eram estudantes de Ensino Médio e, 60 %, do Ensino Superior. Foram entrevistados moradores de Madureira, Cascadura e Anchieta.
RESPOSTAS
Em relação ao Brasil, 100% dos entrevistados souberam identificar a localização, vendo o mapa mundi. Ainda bem! Mas, 90% conseguiram identificar o Rio de Janeiro no mapa do Brasil. Quando a pesquisa pediu para o entrevistado dizer para que estado escolheria para viajar, identificando a sua localização no mapa, houve empate nos acertos e erros: apenas 50% foram felizes.
Quando foram levados a apontar no mapa da cidade do Rio onde ficava Madureira, foi o caos. O índice de acerto foi de apenas 20%. Alguns apontaram até a Ilha de Paquetá como sendo Madureira. Mas e você? Saberia dizer onde está Madureira no mapa abaixo?

Pois é. Difícil, não? A pesquisa também levantou, na opinião dos entrevistados, onde seria o lugar mais importante para eles. Bom, 60% responderam ser suas casas; 30% seus bairros, e 10% o município do Rio. A pesquisa pediu, ainda, para que eles definissem em uma única palavra o lugar onde moravam. Sessenta por cento das pessoas ouvidas apontaram adjetivos bons. Os outros 40% dos entrevistados escolheram adjetivos negativos, como falta de segurança, conforto, desordem e entediante.
+ Informações
Relação ao sexo e ao número de acertos:
Localização do Rio de Janeiro: 100% dos homens acertaram; já mulheres, apenas 80%. Quando foram perguntados sobre a localização de outros Estados da Federação, os homens deram um banho nas mulheres: 80% de acertos contra 20% das mulheres.
Em relação à escolaridade:
Quanto a localização do Rio de Janeiro, os estudantes de nível Médio tiveram o índice de acerto de 100%, contra 84% dos entrevistados com nível Superior.
Para conferir se você acertou onde está Madureira no mapa, acesse:
http://www.nucleopazeamor.org.br/imagens/MapaRioDeJaneiro.jpg
Foram entrevistados dez pessoas, frequentadoras do Madureira Shopping, nos dias 23 e 24 de Março de 2009.
