

Fora a grande chance desperdiçada de entrar para o seleto grupo de campeões da Libertadores e se juntar ao hall dos grandes campeões da América como Santos, São Paulo, Internacional, Grêmio, Cruzeiro, Palmeiras, Vasco e Flamengo. O Fluminense andou para trás.
Na semana seguinte, a farra da venda irregular dos ingressos para a fatídica final da Libertadores veio à tona. Um "esquemão" envolvendo cambistas supostamente ligados de forma indireta à pessoas ligadas ao clube envergonharam ainda mais seus torcedores.
Se não bastasse a derrota dolorosa, o então gerente de futebol, Branco, entra na justiça e penhora a renda inteira da partida (quase R$ 2 milhões) devido a dívidas trabalhistas referente a sua época de jogador no final dos tristes anos 90.
Renato Gaúcho, o técnico, acabou saindo tempo depois da final. Ele fora demitido alguns jogos depois. Foram tanta besteiras proferidas nos microfones antes mesmo da final, como "Vamos brincar neste brasileirão", que Renato não conseguiu se manter no cargo. apesar do excelente trabalho em 2007 e na própria Libertadores. O cúmulo foi perder para o até então o lanterna do Brasileirão, Ipatinga, em Minas de virada, faltando 10 minutos para o fim do jogo.
A guerra de vaidades entre a diretoria e o patrocinador do clube. É um capítulo a parte. Um fim de 2008 angustiante. Se não fosse René Simões o Flu certamente estaria fazendo companhia ao Vasco na série B este ano. Diga-se de passagem, o lugar de onde nunca deveria ter saído. As viradas de mesas foram a maior das vergonhas na história do Fluminense.
Para piorar, a diretoria acha que o time atual do Fluminense é melhor do que ano passado. Traz Wellington Monteiro, Diguinho, Edcarlos, Leandro, Leandro Domingues, Roger (estes três últimos já estão no Vitória e acreditem, jogando bem). Vende Arouca e Júnior Cesar pro São Paulo, além de Washington preferir, mesmo ganhando menos, ir para o Tricolor Paulista. O motivo do Coração Valente foi que na Barra Funda encontraria melhores condições de trabalho. Fez certo! Apesar da torcida considerar uma apunhalada nas costas.
Depois de alguns fiascos na Taça Guanabara, a diretoria demite René Simões antes mesmo do segundo turno. Cancela a aposentadoria de Parreira e o trás de volta. Provando a mais pura falta de criatividade. Parreira faz campanha apenas burocrática e o Flu está longe de um padrão de jogo ideal. Com esta atitude, a diretoria levou o experiente treinador a cometer um erro parecido do que cometeu na Copa de 2006 ao aceitar voltar a comandar a seleção. Tinha nome, prestígio, não deveria ter aceitado a volta para seleção. Se queimou.
A mesma coisa poderá acontecer este ano. Parreira foi o grande responsável pela volta do Flu, com a conquista da terceira divisão em 1999. Antes conquistou o título mais importante da história do clube, o Brasileiro de 1984.
E as contratações? Tirando a contratação de Fred, o restante foram erros e mais erros. A invasão da torcida em um treino nas Laranjeiras em maio deste ano com o segurança do Fernando Henrique dando tiro para o alto, foi uma vergonha. Para piorar, a diretoria afasta o goleiro pelo fato.
Hoje o patrocinador ameaça retirar o time de campo no fim do ano. O presidente, Roberto Horcades comete gafes e mais gafes, o que falar sobre o "Fábio" na apresentação bagunçada de Fred? Rídiculo!
São tantos retrocessos, o último é de morrer de rir. O Flu comemorou a assinatura de um tipo de aluguel das instalações do CFZ (clube do Zico) para treinar a partir do próximo dia 7 de julho até o fim deste ano, pois segundo o técnico, as Laranjeiras não tem condições para receber os treinamentos dos jogadores. E Xerém? Também não tem? E os vários campos lá? E o hotel Telê Santana? Não servem? Só para constar, a estrutura do Barueri, recém promovido à Série A é melhor que a do Fluminense. Tem CT, Arena, tudo!
Se não bastasse isso, o Flamengo acabou de assinar a aquisição do CFZ. Como faz? Os dois clubes iriam treinar e usar o CFZ? E o CFZ? Estaria falindo? Isso seria assunto para outro post.
Em um ano, uma sucessiva linha de retrocessos. A perda da Libertadores teve consequências maiores do que imaginávamos. Mas se tivesse conquistado a competição continental, o Flu mudaria? Difícil acreditar em uma resposta positiva.


E mais uma vez, o assunto racismo entra em campo e insiste em manchar o esporte. Na primeira partida válida pelas semifinais da Libertadores da América, o atacante gremista Maxi López foi acusado pelos jogadores do Cruzeiro de xingar o volante Elicarlos de "macaco".
Ao final da partida, o volante cruzeirense deu queixa aos policiais de plantão e o caso foi parar na delegacia, com toda a delegação do Grêmio comparacendo para prestar depoimentos.
É impressionante que em pleno século XXI, ainda temos que ver reações desse tipo e ver o tema de volta à pauta. Mesmo vendo iniciativas como as dos capitães das seleções que participam da Copa das Confederações lendo mensagens contra o racismo.
Além do local da próxima Copa do Mundo ser um verdadeiro símbolo contra qualquer ato de racismo no mundo.
*O título do post é uma homenagem ao Rei do Pop, Michael Jackson, que morreu e deixou um imenso legado na música mundial.
A Conferedação Sulamericana de Futebol (Conmebol) suspendeu a seleção e os clubes do Peru de todas as competições internacionais. A decisão foi tomada porque os peruanos não voltaram atrás na interferência governamental em sua confederação, atitude proibida pela Fifa.
Flu e Inter querem vaga de presente na Libertadores 2009
Com o Peru fora, foram abertas três vagas na Copa Libertadores de 2009. Internacional (provável campeão da Copa Sulamericana) e Fluminense (vice-campeão da Libertadores de 2008) estão de olho nesta discussão. Os bastidores estão fervendo, mas há pelo menos uma certeza: a falta do Peru na grama faz o futebol ficar mais bonito.
O Botafogo derrotou o Vitória ontem(9/10) no Engenhão por 3 x 1 de virada. Um dos gols foi marcado por Zárate, o argentino rechonchudo que vibrou muito com o gol marcado. O Glorioso ainda briga por uma vaga na Libertadores. Seria ele uma espécie de Cabanãs alvinegro?

Partir dos campos de futebol para a Câmara de Vereadores. Este é o desejo de Roger, ex-goleiro campeão da Copa Libertadores e do Mundial de Clubes da Fifa pelo São Paulo. Registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número 266/C6-015/08, ele quer ser vereador em Cantagalo, município com 20 mil habitantes localizado na Região Centro-Norte Fluminense, a 210 km do Rio de Janeiro.
Fluminense e Flamengo estão perto de confirmar a contratação de dois dos seus algozes na Copa Libertadores 2008. Nas Laranjeiras, desembarcará o meio-campo Urrutía, capitão da Liga Deportiva Universitária (LDU) e autor do quarto gol equatoriano, na primeira partida da final. Já na Gávea, quem está perto de chegar é Richard Morales, do uruguaio Nacional. “Chengue”, como é chamado pelos portenhos, balançou duas vezes a rede de Bruno, na vitória por 3 a 0, pela primeira fase da competição.
Para os dois elencos seriam melhores as contratações dos maiores carrascos: Guerrón, no caso tricolor, e Cabañas, no exemplo do Mengão. Porém, o primeiro foi para o Getafe, da Espanha, e o segundo é rei no América, do México. Assista, abaixo, aos vídeos com os momentos, provavelmente, responsáveis pelas contratações de Morales e Urrutía.
Morales marca dois no Flamengo
Urrutía faz o quarto da LDU em cima do Fluminense
Este troféu é um dos prêmios do melhor jogador da Copa Libertadores 2008. Os outros são R$ 48 mil em ações do Banco Santander, patrocinador da competição, e mais R$ 48 mil doados a uma organização não-governamental (ONG) indicada pelo craque vencedor. Jornalistas convidados vão escolher a partir da lista dos mais votados pelos torcedores no site.
Esta taça é uma obra do artista plástico brasileiro Romero Britto e foi apresentada hoje, no Hotel Sheraton, em São Conrado, Zona Sul do Rio de Janeiro. A final será disputada, amanhã, às 21h50min., por Fluminense, do Brasil, e Liga Deportiva Universitária (LDU), do Equador. Mais de 80 mil pessoas estarão no Maracanã.
Queremos saber a sua opinião. Qual o melhor jogador desta Libertadores?
1) Fernando Henrique (Fluminense)
2) Bieler (LDU)
3) Cabañas (América do México)
4) Riquelme (Boca Juniors)
5) Adriano (São Paulo)
6) Washington (Fluminense)
7) Guerrón (LDU)
8) Bolaños (LDU)
9) Conca (Fluminense)
10) Palermo (Boca Juniors)
Foto de Fábio Azevedo / Ascom Fluminense
Foto: Kako Arêas / Fluminense
O número 9 já estava nas costas do artilheiro desde aquela época. Para a maioria o ato traz sorte e é um sinal da brilhante noite de quarta-feira a ser protagonizada por Washington. Mas tem gaiato jogando praga. A justificativa é uma infeliz coincidência: a camisa do Terremoto tem as mesmas cores da Liga Deportiva Universitária, a famigerada LDU.
É... O Futebol deu mais uma rasteira nas previsões, análises e críticas esportivas. A empolgação do clube e, principalmente, do povo equatoriano não foi novidade. Todos já aguardavam. A centralização das jogadas em Guerrón também era esperada. Surpreendente se mostrou a empáfia tricolor. Exceção merecida ao sempre guerreiro Dario Conca, o Fluminense estava oco. Sem o espírito e a entrega necessários em uma final de Copa Libertadores da América. O placar 4 a 2 saiu barato e manteve acesa a chama da esperança carioca.
Na entrevista coletiva depois da partida, Renato Gaúcho disse para a torcida não deixar de ir ao Maracanã. Mais um discurso démodé com o objetivo de camuflar as próprias deficiências e a análise fria do ocorrido. Como assim, my brother? Os ingressos estão todos vendidos desde a semana passada. O estádio lotado é tão certo quanto a retranca da Liga Deportiva Universitária. Se mantiver Dodô no banco de reservas, como fez na volta para o 2° tempo de ontem, a LDU agradecerá e ganhará de presente menos uma preocupação.
O Flu tem chances. Aplicou 3 a 1 em São Paulo e Boca Juniors. Por que é impossível repetir o feito e levar tudo para a prorrogação? Ou até vencer por três de diferença e papar logo no tempo normal? É possível. Basta Renato acordar para não deixar o time dormir de novo...
Foto: Montagem com arte publicada no site oficial da LDU
Por Fernando Torres
Foto: Rogério Santana (Divulgação / SUDERJ)
O Fluminense pode ser o primeiro clube a vencer uma Copa Libertadores jogando a última partida no Rio de Janeiro. O Vasco ganhou a competição em Guayaquil contra o Barcelona do Equador, em 1998, e o Flamengo faturou em Montevidéu, no Uruguai, com vitória sobre o Cobreloa do Chile, em 1981. Houve ainda o primeiro duelo da final de 1963, entre o Santos de Pelé e o Boca Juniors, no Maracanã.
Após o triunfo de ontem por 3 a 1 em cima do Boca, o Tricolor fará uma final inédita com a Liga Deportiva Universitária (LDU) do Equador, nos dias 25 de junho e 2 de julho. A partida de 180 minutos começa em Quito, no estádio La Casa Blanca, e termina no Maraca, se o Flu não for obrigado a atuar em outro local devido à invasão de campo registrada na noite desta quarta-feira.
O troféu da competição mais importante das Américas virá para o Rio. Resta saber para onde ela vai depois do último apito...
Finais da Copa Libertadores no Rio de Janeiro
São Januário – 12/08/1998 – Quarta-feira
Vasco 2 x 0 Barcelona (Equador)
Gols de Donizete (7’ do 1° tempo) e Luizão (33’ do 1°)
Maracanã – 13/11/1981 – Sexta-feira
Flamengo 2 x 1 Cobreloa (Chile)
Gols de Zico (12’ e 30’ do 1° tempo) e Merello (20’ do 2°)
Maracanã – 04/09/1963 – Quarta-feira
Santos 3 x 2 Boca Juniors (Argentina)
Gols de Coutinho (2’ e 21’ do 1° tempo), Lima (28’ do 1°) e Sanfillippo (43’ do 1° e 44’ do 2° tempo)
Por Fernando Torres (texto e montagem)
Daqui a poucas horas, Fluminense e Boca Juniors disputam a última vaga na final da Copa Libertadores da América 2008. A primeira é da equatoriana Liga Deportiva Universitária (LDU). No gramado do Maracanã, estará em jogo algo além do lugar na decisão. O tricolor carioca representa, às 21h50min., o orgulho do Futebol Brasileiro, no primeiro semestre deste ano.
Quebrar a série de fracassos tupiniquins contra os hermanos de La Boca, na competição continental, é um importante incentivo, mas este confronto vale mais. O jogo pode ser o início da recuperação da soberania do futebol canarinho sobre o portenho. Nos últimos duelos relevantes entre as nações, o desempenho da Seleção Brasileira é melhor, com vitórias em um amistoso e nas copas América e das Confederações. Na esfera dos clubes, destaco as vitórias do Boca sobre o Grêmio da final da Libertadores 2007 e o São Paulo na decisão da Recopa Sulamericana 2006, além da derrota para o mesmo tricolor paulista nas oitavas-de-final da Copa Sulamericana do ano passado.
Hoje, a Fifa divulgou o seu ranking de seleções. A liderança da Argentina foi consolidada. Tem 1.559 pontos contra 1.513 do Brasil. A diferença pulou de dois para 46 pontos. Festa na bacia do Rio de La Plata. No próximo dia 18 (quarta-feira), no Mineirão, os dois esquadrões vão medir forças pelas Eliminatórias da Copa do Mundo da África do Sul 2010.
Em 15 dias, o futebol verde-e-amarelo pode virar a tabela ou ser motivo de gozação nas páginas do jornal Olé. Tudo começa, hoje à noite, com Thiago Neves, Washington, Conca, Thiago Silva e a galera tricolor...
Por Fernando Torres
O Fluminense pode empatar em até 1 a 1 para garantir a vaga na final da Copa Libertadores. Mas, considerando o retrospecto do Boca Juniors nesta edição do campeonato mais importante das Américas, o tricolor deve partir para cima e garantir seus gols porque, segundo as estatísticas, dificilmente o time argentino não balançará as redes do Maracanã.
Em 11 partidas, o Boca só não marcou em uma, no dia 20 de março, na derrota por 2 a 0 para o Colo Colo, em Santiago, no Chile (assista ao vídeo acima). Fez 23 gols e sofreu 15, dois destes marcados pelo próprio Flu, na semana passada, em Buenos Aires. Riquelme e companhia só começaram a mostrar a competência como visitante a partir da segunda fase. Na etapa dos grupos, em três desafios, perderam dois e empataram um.
O Tricolor das Laranjeiras passou batido em três jogos (LDU, Arsenal e São Paulo), mas teve atuação irrepreensível nos 6 a 0 sobre o Arsenal. No total, foram 19 gols feitos e oito sofridos. Em casa, o Fluminense sofreu apenas um gol, de Adriano, na partida de volta do confronto com o São Paulo, nas quartas-de-final.
A força ofensiva do Boca aumenta a responsabilidade do sistema de ataque dos cariocas. É preciso fazer gols e Renato Gaúcho deve escalar Conca, Thiago Neves, Washington e Dodô. Se não fizer isso, chamará os hermanos para o próprio o campo. Aí...
Boca Juniors na Libertadores 2008
20/02 – 1 x 1 Maracaibo (fora)
06/03 – 3 x 0 Atlas (casa)
20/03 – 0 x 2 Colo Colo (fora)
27/03 – 4 x 3 Colo Colo (casa)
08/04 – 1 x 3 Atlas (fora)
22/04 – 3 x 0 Maracaibo (casa)
30/04 – 2 x 1 Cruzeiro (casa)
07/05 – 2 x 1 Cruzeiro (fora)
14/05 – 2 x 2 Atlas (casa)
21/05 – 3 x 0 Atlas (fora)
28/05 – 2 x 2 Fluminense (casa)
04/06 - ? x ? Fluminense (fora)
Fluminense na Libertadores 2008
20/02 – 0 x 0 LDU (fora)
05/03 – 6 x 0 Arsenal (casa)
19/03 – 2 x 1 Libertad (fora)
02/04 – 2 x 0 Libertad (casa)
09/04 – 0 x 2 Arsenal (fora)
17/04 – 1 x 0 LDU (casa)
30/04 – 2 x 1 Nacional (fora)
06/05 – 1 x 0 Nacional (casa)
14/05 – 0 x 1 São Paulo (fora)
21/05 – 3 x 1 São Paulo (casa)
28/05 – 2 x 2 Boca Juniors (fora)
04/06 – ? x ? Boca Juniors (casa)
por Marcos Benjamin
O Tricolor carioca não se intimidou no primeiro jogo (diga-se histórico!) diante do todo-poderoso Boca Juniors em Avellaneda. O empate em 2 x 2 com o Boca foi um resultado considerado excelente pelos tricolores. Mas com pés no chão, os próprios sabem que não ganharam nada, e ainda tem mais noventa minutos no Rio, cientes de que o Boca é mais forte quando joga como visitante.
No primeiro tempo, o jogo foi de igual para igual, Riquelme como sempre, desequilibrou. Roman é simplesmente imarcável. Arouca que o diga. No segundo tempo, o Flu inconscientemente se "apequenou", não por querer, mas sim pela pressão exercida dos Xeneizes. Foi aí que o jogador mais questionado do time nos últimos tempos apareceu. E salvou! Fernando Henrique foi um "monstro". Thiago Silva que me perdoe por usar o apelido no seu companheiro de time. Mas o goleiro foi excelente, acredito que sua atuação ontem além de ter sido histórica, foi a melhor de sua carreira. Fez pelo menos cinco defesas magistrais.
Já Thiago Silva, ao fazer o gol de empate, correu e se direcionou a torcida do Boca mostrando o escudo do time. Mostrando aos argentinos quem é o Fluminense. Afinal de contas, não acredito que foi desdenho dos hermanos, mas sim falta de profissionalismo de seus jornalistas e seus dirigentes pelo Boca não conhecer o Fluminense.
O Boca tem um Riquelme e o Flu tem dois Thiagos. Foram nesses personagens que o primeiro jogo foi decidido. Mas por favor, não esqueçamos de FH. O segundo jogo será no Maracanã, mais emblemático do que qualquer Bombonera. Promessa de jogão!
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