Ao contrário da torcida, capaz de pressionar e desestabilizar o adversário, a camisa não ganha nem perde jogo sozinha. Os fracassos coincidem com a saída de Marcinho, vendido para os Emirados Árabes. Um dos pontos de equilíbrio do Fla foi para o Al-Jazeera, clube medíocre nos campos e grandioso nos cofres. Outro a deixar o Rio de Janeiro foi Renato Augusto, reforço do Bayer Leverkusen, da Alemanha.
Caio Júnior perdeu, em um só lote, o destaque do Brasileirão 2008 até o momento e a maior pérola das categorias de base desde Adriano. Camisa maldita? Quem está gostando desta balela é a Olympikus, rival da Nike na disputa por um espaço no peito dos flamenguistas. O time passa por um período de readaptação, pois a “estrela” foi buscar o brilho negro dos petrodólares. A torcida já sofreu com a seca de Obina e Souza, virando as esperanças para Diego Tardelli.
A culpa é do uniforme? Não. A massa espera reforços e eles devem chegar porque a volta das vitórias independe do estilo. Futebol não é jogado nas passarelas!!!
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