Apesar do domínio alemão a partir da segunda metade primeiro tempo, o placar de 0 x 0 é justo. As equipes estão bem postadas em campo e só se lançam ao ataque “na boa”. O maior volume de jogo das atuais campeãs do mundo não foi o suficiente para o surgimento do tão esperado gol.
Apesar do domínio alemão a partir da segunda metade primeiro tempo, o placar de 0 x 0 é justo. As equipes estão bem postadas em campo e só se lançam ao ataque “na boa”. O maior volume de jogo das atuais campeãs do mundo não foi o suficiente para o surgimento do tão esperado gol.
Fernando Torres
Sob os olhares atentos de Ronaldinho Gaúcho e todo o grupo da Seleção Brasileira Masculina de Futebol, que estão na platéia assistindo ao jogo, a Alemanha tomou conta da partida, no fim deste primeiro tempo.
Tânia Maranhão é a garantia de firmeza na zaga do Brasil. Tanto empenho rendeu a ela um cartão amarelo por falta sobre Prinz, a craque da Seleção Alemã. Falando nesta, finalmente, a melhor da Alemanha apareceu bem ao receber na intermediária, tirar da zaga, entrar na área e bater. A bola passou raspando a trave esquerda de Andréia.
A árbitra Kari Seitz apontou apenas um minuto de acréscimo e não houve tempo para mais nada.
Marcos Benjamin
Jogo morno até o momento. As duas seleções chegaram ao gol com perigo uma vez cada. A seleção brasileira faz uma marcação sob pressão no campo alemão, com isso as atuais campeãs do mundo são obrigadas a rifar a bola fazendo conexão direta zaga-ataque,assim perdendo todo seu meio-campo.
Aos 21 min., Cristiane tenta fazer gol que Pelé não fez, ao perceber a goleira Angerer adiantada, a brasileira tenta surpreendê-la com um chute do seu próprio campo que passou fraco à esquerda da goleira alemã.
Alemanha apresenta as armas. Aos 22 min., escanteio alemão pela direita, Lingor cobra e a defesa brasileira rechaça, na sobra cruzamento na área e Smisek cabeceia livre na segunda trave, a bola caprichosamente toca no travessão e vai para fora. O Brasil se safa. A meia Lingor começa aparecer mais no jogo articulando as jogadas.
Com o estádio vazio, o Brasil está mais presente no campo alemão. A lateral Simone Jatobá é, por enquanto, a melhor opção de ataque. Nos primeiros minutos, Marta a achou Cristiane sozinha na área, mas a atacantes estava impedida. A goleira alemã Angerer está assustada e quase foi enganada após a bola bater no gramado em falta cobrada pelo Brasil.
Apesar do aparente domínio tupiniquim, a melhor chance foi da Alemanha. Em lançamento perigoso na área, Andréia saiu do gol e afastou o perigo. Aos 12 minutos, o Brasil teve ótima oportunidade. Marta fez linda jogada individual pela ponta esquerda e cruzou, mas Cristiane cabeceou por cima.
O desafio do Brasil é quebrar um tabu. Em seis partidas oficiais, foram dois empates e quatro vitórias da Alemanha. A árbitra Kari Seitz, dos Estados Unidos, apita o jogo.
Brasil: Andréia; Renata Costa, Tânia Maranhão e Andréia Rosa; Simone Jatobá, Maycon, Formiga, Daniela Alves e Rosana; Marta e Cristiane.
Alemanha: Angerer; Stegemann, Krahn e Hingst; Bresonik, Behringer, Laudehr, Lingor e Garefrekes; Smisek e Prinz.
Fluminense e Flamengo estão perto de confirmar a contratação de dois dos seus algozes na Copa Libertadores 2008. Nas Laranjeiras, desembarcará o meio-campo Urrutía, capitão da Liga Deportiva Universitária (LDU) e autor do quarto gol equatoriano, na primeira partida da final. Já na Gávea, quem está perto de chegar é Richard Morales, do uruguaio Nacional. “Chengue”, como é chamado pelos portenhos, balançou duas vezes a rede de Bruno, na vitória por 3 a 0, pela primeira fase da competição.
Para os dois elencos seriam melhores as contratações dos maiores carrascos: Guerrón, no caso tricolor, e Cabañas, no exemplo do Mengão. Porém, o primeiro foi para o Getafe, da Espanha, e o segundo é rei no América, do México. Assista, abaixo, aos vídeos com os momentos, provavelmente, responsáveis pelas contratações de Morales e Urrutía.
Morales marca dois no Flamengo
Urrutía faz o quarto da LDU em cima do Fluminense
Aproveitando a má fase do Vasco da Gama, Eurico Miranda esteve no programa “Raul Gil Tamanho Família”, ontem (03/08) à noite, na Tv Bandeirantes. O advogado e ex-presidente do clube de São Januário participou do quadro “Pra quem você tira o chapéu?”. Dos 10 nomes ele aprovou somente três: Romário, Edmundo e Fábio Koff, ex-presidente do Grêmio e do Clube dos 13. Confira as explicações para as escolhas.1° chapéu (Romário, campeão da Copa do Mundo de 1994): “Tiro porque é o profissional com a personalidade mais forte que conheci. Com ele não precisa assinar. Cumpre a palavra até o fim e é o maio de todos dentro da área.”
2° chapéu (Ricardo Teixeira, presidente da CBF): “Não tiro. Fui seu defensor na CPI do Futebol e ele não reconheceu o meu esforço.”
3° chapéu (Roberto Dinamite, maior ídolo e atual presidente do Vasco): “Não tiro porque ele não reconheceu quem o ajudou. Transformou o episódio da Tribuna de São Januário (Em 2002, seguranças do Vasco expulsaram Dinamite da Tribuna de Honra a mando de Eurico) em uma arma contra mim. Ele nunca administrou nada não está preparado para assumir o Vasco.”
4° chapéu (Edmundo, campeão Brasileiro de 1997 pelo Vasco): “Tiro. Ele é polêmico, teve problemas na juventude e superou todos.”
5° chapéu (Márcio Braga, presidente do Flamengo): “De jeito nenhum. Ele tem uma visão distorcida do futebol e não cumpre o que fala.”
6° chapéu (Fábio Koff, ex-presidente do Clube dos 13): “Tiro o chapéu, pois, nesses 40 anos de esporte, convivi com muita gente e poucos me marcaram como ele. Deixou saudades por sua passagem no seu clube e no Clube dos 13.”
7° chapéu (Pelé, maior jogador de futebol de todos os tempos e atleta do século XX): “Não tiro. Ele foi um fenômeno como jogador, mas prestou um desserviço ao futebol com a Lei Pelé. Causou um prejuízo enorme aos clubes porque colocou os jogadores nas mãos de empresários. O Vasco tinha R$ 55 milhões em jogadores e perdeu tudo.”
8° chapéu (Álvaro Dias, senador pelo PSDB/PR e presidente da CPI do Futebol, finalizada em 2001): “Não tiro porque se juntou para fazer uma campanha contra o Vasco e contra mim. Não tenho nada a esconder. Este cidadão utilizou meios políticos para perseguir pessoas.”
9° chapéu (Lula, presidente do Brasil): “Não tiro, mas não quero entrar no mérito da política. Só falo do comportamento. O brasileiro troca de mulher, de partido, de religião, mas não troca de clube. O Lula, por interesse político, deixou de torcer pelo Vasco para ser corintiano.”
10° chapéu (Sérgio Cabral Filho, governador do Estado do Rio de Janeiro): “Conheci quando menino e não tiro por um simples motivo. Ele usou, politicamente, algumas coisas que não devia. Como governador pediu votos para este ou aquele candidato (Às vésperas das eleições do Vasco, Cabral enviou aos conselheiros do clube uma carta favorável a Dinamite).”
E você? Tira o chapéu para Eurico Miranda???
Que gostoso ver o Botafogo jogar! Time com padrão tático definido, jogadores conscientes, solidários e aguerridos. Desde do jogo contra o São Paulo no Morumbi que clube de General Severiano vem jogando bem. O resultado só pode ser a ascensão meteórica na tabela de classificação. Com a vitória de 3 x 0 sobre o Atlético-PR, O alvi-negro subiu para o oitavo lugar e está chegando aos poucos.
O time tem cérebro (Lúcio Flávio), tem garra e aplicação (Túlio e Diguinho), tem virtuosidade (Thiaguinho), tem habilidade (Jorge Henrique e Gil) e tem competência (Ney Franco).
Parece que o trauma pós-Cuca e a síndrome de 'amarelar' ficaram para trás. A continuar assim e não perder nenhum jogador na janela este mês, o time promete estar entre os primeiros no final do campeonato.




